sexta-feira, 2 de abril de 2010

Realmente...

Há coisas que não mudam, há pessoas que não mudam, há situações que sempre são iguais... E tentamos dizer para nós mesmos, “Calma, uma hora ou outra irá mudar” e percebemos que temos esperança dentro de nosso coração. Mas o que acontece quando aquele outro sentimento invade nosso coração? Aquilo que fala assim: “Nunca vai mudar, vai ser sempre assim” e aquelas dúvidas tomam conta e parece que tudo perde aquele ar de “relevante” e se transforma em pura perda de tempo...
Tento compreender os outros e nesse ato tem vezes que entro em colisão comigo mesma, analiso atitudes; percebo gestos; crítico palavras... Me vejo dentro de um mundo cheio de conturbação, afinal não é simples tentar entender o próximo, não é fácil conseguir se encontrar no espaço do outro de um jeito que nos agrade...
Escrevo isso porque tem vezes que não consigo compreender alguém próximo de mim, tento procurar algo para me convencer de que posso entrar em um consenso com a minha razão, assim conciliar o meu coração com o meu cérebro, mas, tem situações que isso parece impossível e é uma luta cheia de frustrações quando você se sente sempre censurado pela pessoa que você ama.
Deixo para finalizar minha atualização, essa citação... E fica a pergunta, será que o amor faz a nossa sabedoria se esvair? Ou só nos acrescenta, como na maioria das vezes parece ser...

“O primeiro suspiro de amor é o último da sabedoria”. (Antonie Bret)

Beijos, Emanoelly.



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